Postado por : Sigert Jan 20, 2017

Pequena grande tormenta


Zinnia caminhava a passos lentos pela encosta do Monte Chimney. Já fazia pouco mais de uma semana desde que ela deixou sua vila, objetivando não se envolver com as crenças de seu povo, e muito menos com a responsabilidade de ser a Guardiã do Conhecimento, responsável por passar às gerações posteriores as lendas e o folclore dos draconids. Após deixar seu lar, era notável o bom humor da garota, que agora tinha um enorme peso removido de suas costas. Nunca havia experimentado a liberdade antes, estando sempre à disposição de suas obrigações como herdeira do título de Guardiã, e agora finalmente poderia conhecer o mundo.

Aster caminhava ao lado de sua treinadora, que andava pelas estradas de terra olhando para cima, apreciando as nuvens como de costume. Foi então que a garota virou seu olhar para o lado, fitando diretamente o pico da enorme montanha. Um sorriso de canto se fez em Zinnia, como se uma ideia acabasse de surgir em sua cabeça.

— Aster, o que acha de explorarmos o topo daquela montanha? — indagou.

A pequena Whismur acenou de forma positiva, e assim a dupla de viajantes mudou sua rota para dentro da área do Monte Chimney.

Com o passar do tempo, a subida ficava cada vez mais lenta. O ar se tornava rarefeito, e a vegetação estranhamente parecia perder sua coloração viva, dando lugar a uma paisagem mórbida. Zinnia estava intrigada com aquele fenômeno, até que se deu conta de que ela estava no famoso vulcão adormecido da região de Hoenn, do qual só havia ouvido falar.

Continuava subindo, sem hesitar. Aster agora descansava pendurada em suas costas, já que não tinha forças para aguentar uma caminhada tão rigorosa. Depois de quase três horas, finalmente estavam no topo. Zinnia abriu os braços e respirou fundo, deixando que o vento gélido da altitude a tocasse de forma suave. Em seguida, começou a caminhar por lá, explorando cada canto daquele local exuberante e misterioso, onde poucos se atreviam a se aventurar.

Contemplava a vista magnífica que tinha para quase toda a região, desde a área montanhosa de Fallarbor, passando pelas praias de Slateport e indo até a vasta floresta que alojava a cidade de Fortree. Tantos lugares que nunca teve a chance de conhecer, mas que agora eram destinos certos para a nova exploradora. Aquela vista privilegiada inflava seu ego, fazendo com que se sentisse a dona daquele mundo.

Porém, a menina se assustou e rapidamente escondeu-se atrás de uma rocha ao ouvir o que pareciam ser passos humanos. Vários deles. Trajavam vestes rubras, todos encapuzados e com feições sérias em seus rostos. Não se sabia ao certo quem ou o que eram, mas pareciam ter ido àquele local com objetivos mais sérios que a draconid. Uma garota aparentando ter a mesma faixa de idade de Zinnia tomou a frente do grupo, e com um aparelho começou a fazer análises no local onde se encontravam.

— A atividade sísmica está baixa. O vulcão aparentemente está adormecido.

— Courtney, tem certeza de que as previsões estão corretas? — questionou um homem, se aproximando. — Tudo que tínhamos até aqui foram nada mais que suposições. Acho difícil de acreditar que o Monte Chimney despertaria de uma hora para a outra.

— Não estamos falando de uma simples atividade sísmica natural, Tabitha. Isso se trata de um poder oculto guardado há milênios logo abaixo de Hoenn, e que nenhum humano se atreveu a tentar descobrir o que era.

— E que poder seria este?

— O lendário ancião, Groudon — respondeu Courtney de forma séria. — Aquele que domina todas as terras. Um dos membros da tríade sagrada de nosso continente.

Zinnia, que ouvia atentamente a conversa, logo fez uma cara de desprezo. Antes interessada nos rumos da conversa, a garota pareceu se decepcionar ao ouvir o nome de uma criatura lendária, que ela acreditava ser apenas parte do folclore do continente.

— Tsc, lá vem... — sussurrou para si mesma. — Como se não bastasse a minha tribo, existem outros bandos de lunáticos espalhados pelo mundo. Eu vou dar o fora daqui, antes que eles me encontrem e comecem a ficar pregando pra cima de mim.

Assim que ameaçou dar o primeiro passo, um tremor quase imperceptível pôde ser sentido logo abaixo dos seus pés. Zinnia parou por um momento e instintivamente olhou para o chão, como se tentasse encontrar algo que poderia ter causado aquele fenômeno.

Em seguida, um abalo mais forte fez com que o grupo fosse ao chão, enquanto Zinnia se agarrou firme a uma pedra para manter o equilíbrio. Uma fissura surgiu revelando um enorme poço de lava vulcânica, e o barulho intenso do chão se abrindo soava como o rugido infernal de uma criatura das mais densas profundezas do solo.

Quando os tremores cessaram, os presentes na montanha restabeleceram o equilíbrio. Courtney aproximou-se vagarosamente da imensa cratera que havia aparecido, e assim que lançou seu olhar para dentro daquele abismo um sorriso vitorioso surgiu em sua face.

— O mestre precisa saber disso!

— Isso... Não pode ser real — murmurou Tabitha, incrédulo. — Esta pode ser a realização de todos os objetivos da Team Magma!

Zinnia contornou a cratera, procurando se distanciar dos outros para não ser notada. Quando alcançou determinado ponto, voltou-se para o mesmo local que os membros do estranho grupo, e olhou para dentro. Sua feição prontamente se alterou para um misto de incredulidade e medo. A draconid começou a suar frio, sem saber o que fazer naquele momento. Por um instante até pensou em voltar para casa, tamanho era o pavor daquela cena.

— O que raios está acontecendo aqui?

• • •

Ruby e Sapphire caminhavam tranquilamente pela Rota 102, e a cidade de Petalburg já estava a apenas alguns minutos de distância. A euforia dos jovens com o novo estilo de vida parecia interminável, e a cada passo dado era como se fosse o primeiro rumo ao futuro desconhecido.

Por um instante resolveram parar para um descanso. Algumas árvores frutíferas estavam por perto, e decidiram comer ali para economizar dinheiro quando chegassem à cidade. Sapphire havia prometido a si mesma que a partir do momento em que estivesse com o seu primeiro Pokémon ela não mais dependeria de comodidades, então passar em qualquer lugar para almoçar estava fora de cogitação, para desapontamento de Ruby.

— Você é uma sovina! — o garoto estava sentado em uma pedra, com o rosto sendo sustentado pelas duas mãos e apoiando-se nos joelhos. Suas bochechas cheias de ar tornavam mais engraçada a sua feição emburrada.

— O que aconteceu com o seu espírito aventureiro? — riu a menina. — Se está reclamando das berries estarem sujas, eu trouxe bastante água para lavá-las muito bem. Ou você acha que eu seria o tipo de pessoa que comeria poeira da estrada?

— Já deu! Para de falar e me passa essa fruta logo! — Ele então pegou com uma das mãos uma oran berry arremessada por Sapphire e começou a murmurar seu descontentamento enquanto mastigava. — Eu tenho que aturar isso agora... Que mal faria uma última refeição decente, se a gente vai passar os próximos meses andando no meio do mato? E minha casa é logo ali... A gente ia comer de graça!

Sapphire ria a cada chilique de seu novo parceiro de estrada. Ela se divertia ainda mais com a presença de outra pessoa durante as viagens, pois sentia que o tempo passava mais rápido, e teria alguém com quem poderia compartilhar todas as experiências que estavam por vir.

— Tudo bem, eu não vou te impedir. Se quiser voltar pro colo da mamãe, esta é sua última chance. Mas depois que sairmos de Petalburg não tem mais volta. 

Ruby engasgou ao ouvir aquele comentário. O garoto arqueou uma das sobrancelhas, e fitou Sapphire com um olhar mortal. 

— O que está insinuando? 

— Que você é um mimadinho — a menina colocou as duas mãos na cintura e se curvou de forma que sua cara debochada ficasse na altura dos olhos de Ruby. — Aposto que foi criado em apartamento. 

— Provocação barata não vai funcionar comigo, já vou avisando — Ruby tentava disfarçar o aborrecimento. 

Sapphire continuou rindo, mas virou-se de costas para Ruby e foi arrumar as coisas. Enquanto estava agachada organizando os objetos que carregava em sua mochila, ela sentiu algo bater em sua cabeça, causando uma dor desagradável. Após massagear o local atingido, a garota procurava pelo chão a sua volta o que poderia ter sido, até que se deparou com uma pequena pedra. A menina sentiu seu sangue ferver, pegou o objeto e se dirigiu até Ruby. 

— Então é assim que você responde a uma brincadeira? — perguntou, segurando a pedra em sua mão. — Eu achava que você fosse minimamente civilizado, a ponto de esperar que não fosse fazer uma coisa dessas!

— Do que está falando agora? — o garoto indagou, demonstrando estar confuso. 

— DISSO! — Sapphire então mostrou a pedra a Ruby. — Como você atira uma pedra na cabeça de outra pessoa? Perdeu o juízo? 

— Ei, espera um pouco! Eu não joguei nada em você! Não venha me acusar! 

— Estamos só nós dois aqui! Quem mais poderia ter feito isso? 

Bastou a pergunta de Sapphire para que outra pedra acertasse sua nuca. A garota olhou sem graça para Ruby, que agora a encarava com um sorriso cínico. 

— Acho que você tem um novo “amigo” — disse o menino, enfatizando a última palavra com certa ironia. 

Sapphire se virou para trás e viu um velho conhecido repousando nos galhos de uma árvore próxima. O mesmo mantinha um sorriso travesso, como se estivesse tentando provocar a menina.

— Era só o que me faltava... — sussurrou Sapphire, cerrando os punhos. — Ruby, parece que vamos ficar aqui por mais um tempinho. Isso vai demorar. 

— Como queira, senhorita — o garoto então foi se recostando no pé de outra árvore. — Vou tirar um cochilo enquanto você se resolve com seu amiguinho. 

Quem importunava Sapphire era ninguém menos que o Taillow que ela estava caçando pouco mais de duas semanas atrás, no dia em que conheceu Ruby. Ela se mantinha alerta para qualquer travessura do seu rival, mas sua vontade mesmo era de correr para cima dele como se não houvesse amanhã e esganá-lo até a morte para se vingar do constrangimento que ele havia feito a menina passar naquele dia. 

— Vou fazer você se arrepender de ter voltado até mim, seu pássaro estúpido! 

Uma Pokéball foi lançada por Sapphire, revelando seu Torchic. Se da primeira vez a menina estava sozinha, agora ela tinha um reforço para ajudá-la a vencer o seu adversário. 

— Ok Torchic, vamos ver do que você é capaz. Utilize o Ember! 

Ou pelo menos deveria ser assim... 

— O que houve? — indagou a menina, agora curiosa. — No nível em que você está eu tenho certeza que você sabe usar o Ember... 

Torchic então virou-se para Sapphire e soltou um suspiro, demonstrando claramente sua má vontade. 

— Acho que entendi qual é o problema — sussurrou em tom de descontentamento. 

Dan estava de frente para Sapphire, a encarando com desconfiança. O Taillow que estava do outro lado pareceu confuso sobre a situação que acabara de presenciar.

— Isso sim me impressionou — disse o pássaro. — Você não tem cara de quem faz o tipo "rebelde". O que foi? Está tendo problemas com sua treinadora? Precisa de um tempinho para discutir a relação?

— Não é da sua conta — Dan respondeu de maneira ríspida. — Além do mais, o tempo que você desperdiça tagarelando poderia ser melhor aproveitado caso você fosse embora, já que eu não tenho intenção de lutar.

— Você fala como se eu não pudesse contra você. Que hilário!

O diálogo entre os dois foi interrompido quando Sapphire chamou por Dan novamente.

— Eu estou tentando formar uma boa equipe — disse a menina. — Se não me ajudar a trazer o Taillow para nós, então vai sobrar mais trabalho para você fazer.

— Tsc, odeio admitir, mas ela está certa — murmurou Dan. — Não vou ficar fazendo trabalho escravo aqui sozinho.

— Agora sim as coisas estão ficando interessantes — comentou o Taillow com um sorriso.

Uma última troca de olhares entre os dois bastou para que Dan começasse a correr em direção ao seu oponente. Com um salto para se colocar a uma altura superior a do Taillow, ele desceu tentando golpeá-lo com as suas garras. Porém, o pássaro foi ágil em evadir o primeiro golpe, e o momento da queda do Torchic abriu a primeira brecha para que ele iniciasse o seu ataque. Bastou uma investida direta para que se aproximasse o suficiente para golpeá-lo com seu bico, o arremessando alguns metros para trás.

Após rolar no chão por alguns segundos Dan se reergueu, com uma expressão não muito amigável. Sapphire berrava palavras desconexas atrás de si, o que só lhe tirava a concentração. O Taillow ria da cena, percebendo claramente que estava lidando com amadores.

— Sério cara, o entrosamento de vocês é comovente!

— Cala a boca! — resmungou Dan, se levantando com dificuldades.

Taillow ainda observava a tentativa de seu adversário se manter concentrado, mas foi surpreendido por uma reação rápida de Dan, que soltou uma rajada de brasas em sua direção. Mesmo com dificuldade conseguiu desviar da maioria, mas acabou sendo atingido em uma das asas, e logo caiu no chão. Dan o prendeu pelo peito colocando uma de suas patas acima, como forma de dominá-lo para terminar o serviço.

— Xeque-mate. 

— Hoje não, meu chapa! 

Com uma de suas asas, o Taillow conseguiu jogar um amontoado de areia em cima de Dan, atrapalhando sua visão. Com dificuldades levantou voo até o galho de uma árvore próxima. Antes de fugir, porém, fez um último cumprimento. 

— Obrigado pela diversão, amigo! Espero que possamos resolver isso algum dia. Hasta la vista! 

Quando Dan terminou de tossir e conseguiu limpar sua visão, percebeu que o Taillow já havia ido embora, e junto de si só restava uma Sapphire sem reação, enquanto Ruby ria da mesma por ter fracassado em sua tentativa de captura. 

— Dane-se a garota! Da próxima vez vou derrotá-lo pela minha dignidade! — murmurou antes de, enfim, ser trazido de volta para sua Pokéball. 

• • • 

Um homem misterioso mantinha-se sentado à sua mesa enquanto revisava alguns documentos, até que a tranquilidade de sua sala foi rompida pelo barulho da porta se abrindo. De lá surgiu uma bela jovem, com um sorriso arrogante. Ela adentrou a sala com seu jeito único de caminhar, sedutor de maneira quase proposital, como se quisesse atrair a atenção de todos e tudo para seus incomparáveis atributos físicos. 

— Courtney? O que faz aqui tão rápido? — indagou o homem, ajeitando seus óculos para enxergar melhor a visitante. 

— Digamos que a expedição ao Monte Chimney não correu como o planejado, mas saiu melhor do que esperávamos — ela então jogou de maneira relaxada alguns papéis sobre a mesa. — Aqui está o relatório da operação. Acho que vai encontrar coisas interessantes aí dentro. 

O homem começou a ler calmamente, como era esperado de alguém cuja face já era marcada pelas leves rugas da meia-idade. Enquanto folheava sutilmente o relatório, Courtney aguardava pacientemente à frente da mesa, sem perder o sorriso vitorioso. Foi então que ela viu seu superior colocar os papéis sobre a mesa novamente e, com os cotovelos apoiados e as mãos entrelaçadas, esboçou um sorriso igualmente triunfante. 

— Você fez um excelente trabalho.

FIM DO CAPÍTULO 5

{ 11 comments... read them below or Comment }

  1. Quando você é tão lerdo que só repara na Zinnia quando o Aster aparece ...

    Os vilões de Hoenn mesmo tendo o objetivo mais estupido ,são interessantes e eu gosto deles ,tiveram uma boa introdução

    Eu não sei o nome dele ,mas irei chama-lo de THE BESS TAILLOW ,o Dan botou toda aquela pose de rebelde e no fim perdeu para um Taillow que já tinha dado problemas para ela ,Segundo melhor personagem perdendo pro Ruby

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    1. kkkkkk Será que a Aster vai acabar se tornando a grande estrela desse núcleo da história?

      Rapaz, e não é que eu estava comentando sobre isso com o Canas outro dia? Eu confesso que também não curto muito as equipes vilãs de Hoenn muito por conta dos objetivos meio "hell what?", mas estou pensando numa maneira de contornar isso...

      Será que algum dia descobriremos o nome do Taillow? E se ele tem um? E se ele vai voltar? Haha, brincadeira, ele vai voltar sim, e ainda vai dar muita dor de cabeça pra Sapphire! >:)

      Até breve, Donnel! õ7

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  2. Meo Deos, Sigert! 9 meses :'(
    Enfim, adorei o capitulo, foi leve e deu introdução a Equipe vilã, mesmo bem, tendo seus objetivos um tanto...peculiares :v
    AI EU ADORO WHISMUR! Sempre capturava um, e fazia um Exploud destruidor :3 Dante se achando a última bolacha, não querendo obedecer a May e WELL WELL WELL, perdeu feio -q
    Esse Taillow é demais, não vejo a hora de ver ele novamente kkkkk
    Sabe, esse capitulo me fez pensar, Zinnia é a terceira protagonista, ai tipo, luto pela antiga Rainha de Kanto :( <//3
    Gostei bastante da escrita nesse capitulo, nem percebi quando acabou.
    Ansioso pelo proximo cap, até o/

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    1. Foi realmente isso tudo? Minha nossa, eu poderia fazer uma piada sobre nascimento ou gestação, mas me faltou criatividade agora kkkk

      Haha, pelo visto você leu as notas também. É cara, vai ser trabalhoso lidar com as duas equipes antagonistas, mas com calma a gente consegue fazer algo legal, ou assim espero...

      Nunca cheguei a usar o Exploud ou Loudred pra ser sincero, mas adoro Whismur porque eles têm uma carinha engraçada! Sério, aquela cara me faz rir sempre que eu olho. Um bom Pokémon também precisa ser carismático, não é mesmo?

      O Dan tem que se resolver consigo mesmo antes de arrumar treta com os outros. Ou pelo menos começar a trabalhar em equipe com a Sapphire, apesar de ainda ser uma treinadora inexperiente.

      Será que a Zinnia será mesmo a terceira protagonista? Ela realmente tem uma importância muito grande na história, e arrisco a dizer que o potencial dela de influenciar no mundo até o momento é maior que o da nossa rainha kantonesa, mas vou te dar um conselho: não subestime a Camila. Ela pode responder de maneira agressiva kkkkkk

      O capítulo em si acabou ficando um pouco menor do que os outros mesmo, mas ele era mais uma transição do início para a jornada. Serviu para ligar os dois pontos para o Ruby e a Sapphire e ao mesmo tempo apresentar o pessoal da Team Magma, mesmo que de maneira bem superficial.

      Valeu pela sua presença aqui, Marco! Até breve! õ/

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    2. "...não subestime a Camila. Ela pode responder de maneira agressiva kkkkkk" COMASSIM, CAMILA CONFIRMED?! Depois eu tenho um infarte e ninguém sabe o motivo -q
      Eu também pensei em fazer uma piada sobre gestação, mas também me faltou criatividade :')
      Sim, li as notas >< Sabe, adoro Hoenn. Eu adorava jogar Pokémon Emerald, certamente um dos meus favoritos, mas sempre achei os objetivos deles bem...Estranho, por falta de palavra melhor :V
      Enfim, senti falta do Jeff, quero ver como ele vai se virar na hora de um torneio, vai ser difícil do Ruby lidar com ele u.u

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    3. Piadas com gestação :

      Nossa Sigert , esse capítulo é quase um filho pra você

      Nossa Sigert , esse capítulo demorou tanto que deu tempo de fazer um filho

      Nossa Sigert , depois de 9 meses eu finalmente vi o resultado de sua evolução

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    4. Cara, a Camila já apareceu até na história! Eu não poderia deixá-la de fora dessa nova fase, porque eu sei que vocês me matariam! :D

      E não se preocupe quanto ao Jeff, pois ele terá seus momentos muito em breve também. E falando da relação dele com o Ruby, que são complicados de lidar, já pode começar a imaginar o que vem por aí com esses dois.

      E Donnel, obrigado por resolver nossos problemas! Realmente precisávamos dessas piadas (e eu mereci cada uma delas...) kkkkkkkk

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  3. AH MANOLO

    FINALMENTE TOMEI A CARA DE PAU DE VIR AQUI COMENTAR!

    :')

    MANO, eu to adorando sua fanfic! Sua escrita é ótima e agil, e muito dinâmica. Adorei inclusive, como aconteceu a batalha entre Dan e o Taillow! Foi bem pensada :3

    Sério, estarei aqui comentando, apesar de nunca ter zerado Emerald (e não lembrar de muita coisa :v), e espero por mais capítulos! =)
    Agora só falta o Jeff ( ͡° ͜ʖ ͡°) (que por sinal, é um dos meus Pokémon favoritos :v)

    Tá de parabéns Sigert!

    Cyao!

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    1. Manola White! Que honra ter você por aqui! /o/

      Valeu pelos elogios, especialmente com relação à batalha. Como é a primeira vez que eu uso essa dinâmica, era um dos pontos que mais me deram trabalho na hora de dar continuidade ao capítulo.

      Nunca zerou um jogo de Hoenn? Tá esperando o que? Eu tenho um save do Emerald com emulador que dá pra fazer trades e batalhas via internet. Qualquer coisa estamos aí. ( ͡° ͜ʖ ͡°)

      O Jeff vai dar as caras, pode ficar tranquila. Ele está apenas aguardando o momento certo (que pode ser já no próximo capítulo, ou não, vai saber... ele é imprevisível)

      Valeu pela presença! A gente se esbarra por aí qualquer hora! :)

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  4. Hey, hou, cá estou! Sir revivendo na área!

    Manolo, ficou bom pacas! Bem, agora eu quero saber porque que todos estão como eu estava, meio "logoff".

    Mas pois bem, achei bacana o capítulo, gostei bastante do fato do Tailow jogar pedras na Sapp, e man, amei a Team Magma neste capítulo, o fato de já terem começado a pesquisar as atividades vulcânicas e tals, bem bacana.

    A única coisa que me incomoda um pouco é o fato de eu achar a introdução de pokémons como chars falantes meio cedo na história, pois na minha visão das coisas, quando começa as introduções deles, faz com que sejam cada vez mais importantes e tomem de vez o lugar dos protagonistas, o que acho que deveria ocorrer apenas lá pro final, tipo na liga e tals.

    Mas tudo ficou bem bacana, valeu e falou!

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    1. Me diga onde conseguiu esse Max Revive que eu arrumo alguns pro pessoal aqui kkk

      Realmente o grupo como um todo tem estado parado ultimamente. Acontece que a maioria está trabalhando e estudando ao mesmo tempo, então o tempo fica um pouco apertado por causa disso. Mas vamos aguardar que cedo ou tarde todos vão aparecer por aqui. :)

      Esse Taillow é realmente endiabrado, vocês ainda não viram nada! Tacar pedra nas pessoas é o de menos! Já com relação à Team Magma, fico feliz que tenha gostado da aparição deles. Se você leu os comentários acima, pôde perceber que tivemos uma discussão sobre o quanto os objetivos das equipes vilãs de Hoenn são vazios. Por isso estou tomando bastante cuidado ao introduzí-los na história, tem que ser aos poucos. Não só isso, como também tenho que dar o equilíbrio certo entre Magma e Aqua, para que um não acabe ofuscando o outro. Este com certeza vai ser um dos núcleos mais complexos de se trabalhar, mas prometo que vou dar um jeito nisso.

      Eu entendo perfeitamente esse incômodo, porque eu também sentia isso. Eu preparei tudo de forma a deixar claro que eles têm o próprio núcleo e os personagens humanos têm outro, mas são parte da mesma história. Um núcleo não vai conseguir caminhar sem o outro, pois eles estão com os destinos entrelaçados. Eu também odiaria que um grupo ofuscasse o outro, como falei na parte das equipes vilãs, então também estou tendo o máximo de cuidado nisso. Pode ficar tranquilo quanto a isso. Mesmo assim gostei de você ter dito isso. Assim eu consigo ver que o pessoal que está lendo a história está seguindo a mesma linha de pensamento que eu, então eu posso trabalhar nisso mais sossegado kkkk

      Obrigado pela presença, Sir. Vou atualizar a história assim que possível!

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